Com Maria, Mãe Santíssima
(Senhora de Fátima)
OREMOS A JESUS
PELO RAUL
O nosso presidente, RAUL COELHO, está a passar um mau bocado numa cama de hospital.
Nesta noite, em que celebramos Maria Santíssima, Mãe de JESUS e nossa Mãe, através d'Ela e com Ela, rezemos pelo rápido e completo restabelecimento do nosso Raul.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
ASSEMBLEIA DIOCESANA
reúne em Loulé
Como habitualmente, a Assembleia Diocesana reúne no feriado de 5 de Outubro, sob a presidência do Bispo do Algarve, para apresentação do programa pastoral 2011/12.
Este ano, o encontro volta a ter lugar em Loulé.
Albufeira estará representada pelo Prior e dirigentes dos movimentos e associações paroquiais.
Para mais informações
clica na imagem
FESTA DO
BEATO VICENTE DE ALBUFEIRA
4 de Setembro

Passam hoje, 3 de Setembro, 379 anos sobre a data em que foi martirizado no Japão, o nosso conterrâneo Beato Vicente de Santo António, padroeiro da cidade de Albufeira e patrono da nossa Associação de Acólitos.
Queimado vivo publicamente, antes de expirar, num autêntico acto de fé heróica, elevou bem alto o cucifixo que empunhava, gritando: "Viva a Fé de Jesus Cristo! Ânimo cavaleiros de Cristo! Viva a sua Santa Fé!"
O povo cristão de Albufeira, sob a égide da nossa Paróquia, comemora amanhã, domingo, esta efeméride com a habitual Festa em Honda do Beato Vicente.
PROGRAMA
10h00 – Missa Dominical, na Igreja Matriz
10h30 – Abertura da Exposição sobre a vida e obra do B. Vicente, no Museu de Arte Sacra
17h30 – Missa Solene da Festa, na Igreja Matriz
18h30 – Procissão pelas ruas da cidade com representação ao vivo, frente à Igreja de São Sebastião
AGOSTO É MÊS DE
NOSSA SENHORA DA ORADA
em
Albufeira
PROGRAMA
Sexta 12- INÍCIO DAS FESTIVIDADES EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ORADA
18h00 - Missa na Igreja Matriz
21h00 - Oração do Terço na Capela da Orada e Bênção do Santíssimo
Sacramento
Sábado 13
18h00 - Missa na Igreja Matriz
21h30 - Terço na Capela da Orada e PROCISSÃO DE VELAS
22h00 - Missa Vespertina Dominical na Orada
Nota - neste dia não há Missa na Igreja Matriz às 22h
Domingo 14- DOMINGO XX DO TEMPO COMUM
10h00 - Missa na Igreja Matriz
11h30 - Missa Campal na Quinta da Balaia
FESTA DE NOSSA SENHORA DA ORADA
17h00 - MISSA SOLENE da Festa na Capela de N. Sra. da Orada
18h00 - PROCISSÃO pelo Mar e Benção do Mar e dos Pescadores
22h00 - Missa da Festa da Assunção de N. Senhora na Igreja Matriz
22h00 - Actuação do fadista Nuno da Câmara Pereira no recinto frente à
Capela
24h00 - Fogo de artifício
Nota - neste dia não há Missas em Olhos d'Água às 17h e na Igreja Matriz às
19h
Segunda 15- SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA
10h00 - Missa na Igreja Matriz
11h30 - Missa Campal na Quinta da Balaia
17h00 - Missa na Igreja de Olhos d'Água
19h00 - Missa na Capela de N. Sra. da Orada - ENCERRAMENTO DAS
FESTIVIDADES
Nota - não há Missa na Igreja Matriz às 19h
26 de Julho de 2011
22 horas
Igreja de Santa Ana
Missa Festiva
em honra de
S. Joaquim e Santa Ana
Avós maternos de Jesus
O CULTO A SANTA ANA
ao longo dos séculos
Embora não seja mencionado o seu nome nas Escrituras Sagradas, a literatura apócrifa e a Tradição falam dos Avós maternos de Jesus e do nascimento miraculoso de sua filha, Maria, a mãe de Jesus.
O culto a estes dois veneráveis anciãos desenvolveu-se muito no Oriente e de lá veio para o Ocidente no Séc. XIII.
Fixou-se logo em Albufeira depois da reconquista; e de certeza já existe nesta cidade há vários séculos.
O Castelo de Albufeira tinha uma porta que dava acesso à Praia e tinha o nome de PORTA de SANTA ANA.
A actual Praia dos Pescadores chamava-se PRAIA de SANTA ANA.
As ruas do Cais e zona ribeirinha tinham o nome BAIRRO de SANTA ANA.
Ainda hoje lá existe uma RUA de SANTA ANA e o BECO de SANTA ANA, exactamente no local onde estava a velha Igreja ou Capela de Santa Ana, destruída pelo terramoto e maremoto de 1755.
Até 1911, havia na zona baixa da cidade uma rua que actualmente se chama Av. 25 de Abril e que até ao início da primeira República, em 1910, tinha o nome de RUA NOVA DE SANTA ANA.
Logo após o terramoto, houve a preocupação e a urgência em construir uma nova Igreja em honra de Santa Ana, que, em 1760, já estava concluída.
Todas estas breves informações que nos são dadas pela toponímia local e pela documentação que ainda existe, conduzem-nos inevitavelmente à conclusão de que Albufeira foi uma Vila que teve um carinho muito especial para com Santa Ana, à semelhança do que acontece actualmente em muitas terras de Portugal, no Oriente cristão e nas Américas.
O culto a Santa Ana, riqueza histórica de Albufeira, deve agora ser de novo incrementado nesta cidade, uma vez que se relaciona sobretudo com os Avós.
O papel dos Avós na sociedade moderna é imprescindível por muitas razões.
Os Avós são uma riqueza que tem de ser valorizada e bem aproveitada, pois dos Avós depende muito o equilíbrio humano, espiritual e cultural da nossa gente.
*fotos Ass. Acólitos B. Vicente Albufeira
Vinde Espírito Santo
Pentecostes 2011: "Vinde Espírito Santo"
domingo, 12 de Junho
Celebramos no próximo domingo a festa de PENTECOSTES,
a festa conclusiva do tempo pascal.
Com o envio do Espírito Santo sobre os apóstolos,
marca-se o início da MISSÃO e o nascimento da IGREJA.
As leituras bíblicas falam-nos do facto:
Na 1a Leitura, Lucas descreve como um facto solene,
acontecido em JERUSALÉM na festa judaica do Pentecostes,
50 dias depois da Páscoa.
O Espírito presente no início da vida pública de Jesus,
está presente também no início da actividade missionária da Igreja.
O Espírito Santo transforma profundamente os apóstolos
e une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
Inúmeros ouvintes pedem o Batismo... (At 2,1-11)
+ O "Pentecostes" era uma festa judaica muito antiga,
celebrada 50 dias depois da Páscoa.
- Inicialmente era uma festa agrícola,
que agradecia a colheita do trigo e oferecia as primícias.
- Posteriormente passou a celebrar a chegada do Povo de Israel ao Sinai,
onde recebeu a Lei de Deus. (Tornou-se a festa da Lei, da Aliança).
* Lucas queria afirmar que na festa da entrega da Lei de Moisés,
recebemos a nova Lei de Cristo: o Espírito Santo.
- Daí apresentar os mesmos fenómenos do Sinai:
trovões, vento forte, chamas de fogo...
- Várias línguas... quer ensinar que a Igreja é destinada a todos os povos,
sem barreiras de língua, raça ou nação.
- Lembra o episódio da torre de Babel:
Lá ninguém mais se entende... afastam-se uns dos outros...
Aqui o Espírito inicia um movimento inverso.
Todos falam uma língua que todos compreendem.
Formam uma única família, onde todos se entendem e se amam.
Este texto apresenta-nos a Igreja como uma comunidade de irmãos
reunidos por causa de Cristo, animada pelo Espírito do ressuscitado,
que testemunha na história o projeto libertador de Jesus.
A 2a leitura, recorda a acção do Espírito Santo na Comunidade.
Os dons provindos do único Espírito não podem criar competição,
mas devem servir para promover a unidade... (1 Cor 12,3b-7.12-13)
No Evangelho, João situa a recepção do Espírito Santo
na GALILÉIA, no anoitecer do dia de Páscoa. (Jo 20,19-23)
- O "anoitecer", as "portas fechadas", o "medo" revelam
a situação de uma comunidade desorientada e insegura.
- Entretanto, Jesus aparece "no meio deles". Os discípulos redescobrem
o seu ponto de referência e recuperam a sua identidade.
- Jesus deseja-lhes "a paz" ('Shalon'). Significa serenidade, tranqüilidade,
confiança, para os discípulos superarem o medo e a insegurança.
- Em seguida, Jesus "mostra-lhes as mãos e o lado".
São os "sinais" da entrega total e amorosa de Jesus na cruz.
- Depois, comunica o Espírito, com o gesto de soprar sobre os discípulos.
Com o "sopro" de Deus na criação, o homem de barro adquiriu vida.
com este "sopro" de Jesus, nasce o Homem Novo.
- Finalmente, Jesus explicita a missão dos discípulos:
"Como o Pai me enviou... eu também vos envio..."
Embora as perspectivas de João e de Lucas sejam diferentes,
a finalidade é a mesma. Ambos mostram que o mesmo Espírito,
que acompanhou a acção missionária de Jesus,
continua assistindo a acção missionária de sua Igreja.
O Pentecostes continua:
Diante desses factos grandiosos, talvez invejemos a sorte dos apóstolos
e esqueçamos que o Pentecostes continua ainda hoje...
- Em NOSSA VIDA houve um Pentecostes.
Animados pelo dom do Cristo Ressuscitado no BATISMO e
fortalecidos pelo Espírito Santo recebido no CRISMA,
somos enviados ao mundo como mensageiros da paz e da reconciliação.
- Na IGREJA: O Espírito Santo é a alma da Igreja. Faz nascer a Igreja
e sempre a renova ao longo dos tempos, com seus dons e carismas.
- Na MISSÃO: "Como o Pai me enviou, eu também vos envio..."
- NA MESMA LINGUAGEM: todos se entendem...
todos falam a linguagem do amor...
"O Espírito na aurora da Igreja deu a todas as nações
o conhecimento da divindade e reuniu a variedade das línguas
na confissão da mesma fé". (Prefácio)
O Espírito Santo continua presente em nós e em nossas comunidades.
Fiquemos atentos aos seus apelos, indicações e questionamentos
Que Ele ilumine os nossos passos, o nosso agir e as nossas escolhas.
Que Ele nos dê coragem e alegria para sermos
verdadeiros DISCÍPULOS e MISSIONÁRIOS de Cristo.
Cantemos: Vem, vem, vem, vem Espírito Santo de amor,
vem a nós, traz à Igreja um novo vigor.
A partir do mês de Julho
a Missa ao Domingo na Igreja Matriz
passa a ser às 10h
Missas dominicais em JULHO, AGOSTO e (parte de) SETEMBRO
Sábado
Matriz às 18h e 22h
Domingo
Matriz 10h e 19h - Quinta da Balaia 11h30 - Olhos d'Água 17h30
Este blog é um espaço aberto à participação de todos os membros da Associação de Acólitos Beato Vicente de Albufeira. Por omissão destes, fui até ontem o único responsável pelas postagens. A partir de hoje, inclusive, declino qualquer responsabilidade.
J. Correia
a
FALECEU
D. JÚLIO TAVARES REBIMBAS

D. Júlio Tavares Rebimbas, antigo Bispo do Algarve entre 1965 e 1972, morreu hoje aos 88 anos de idade.
Foi durante o seu episcopado na nossa Diocese - e contando com o seu contributo - que o saudoso Padre Semedo de Azevedo aprofundou as investigações sobre a vida e obra do Beato Vicente de Santo António. A designação do mártir nosso conterrâneo para Padroeiro da Vila de Albufeira ocorreu igualmente sob o seu beneplácito, assim como as primeiras celebrações religiosas, o cortejo alegórico e o congresso do B. Vicente.
Foi também D. Júlio o Bispo que nomeou o Cónego José Rosa Simão para Pároco de Albufeira, há 42 anos.
D. Júlio Tavares Rebimbas foi um dos prelados portugueses participantes no Concílio Ecuménico Vaticano II.
Em 1972 foi eleito Arcebispo de Mitilene e Auxiliar do Cardeal Patriarca de Lisboa, mais tarde Bispo da (nova) Diocese de Viana do Castelo e posteriormente Bispo do Porto, cargo a que renunciou em 1997.
O funeral do antigo Bispo do Algarve realiza-se amanhã para o cemitério da sua terra natal, Bunheiro (Murtosa), precedido de Celebração Exequial na Sé Catedral do Porto.
CÓNEGO ROSA
HOMENAGEADO PELA AUTARQUIA
A Câmara de Albufeira prestou pública homenagem ao nosso Prior, em sessão solene realizada no salão nobre dos paços do concelho e integrada nas comemorações das bodas de ouro sacerdotais e 42º aniversário da tomada de posse como Pároco de Albufeira.
Na ocasião, o homenageado proferiu o seguinte discurso:
Exmº. Senhor Presidente da Câmara
Exmº. Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Digmº. Vigário Geral da Diocese do Algarve
Senhores Vereadores
Exmªs. Autoridades Civis e Militares
Caros colegas sacerdotes
Senhores convidados
Prezados Amigos
Faz hoje precisamente 42 anos que Albufeira me recebeu, como pároco, para servir o seu povo, segundo o Evangelho de Jesus e as orientações da Igreja.
E, logo na primeira hora, as nossas Autoridades, presentes na recepção em Ferreiras, e na Eucaristia, me manifestaram o desejo de uma sincera e saudável colaboração, em prol do bem comum da nossa terra.
Era eu um jovem de 32 anos de idade, com uma curta experiência da vida paroquial , iniciada em Lagos em 1960 . Durou apenas dois anos.
Ainda mal começava a percorrer os caminhos da nobre missão sacerdotal e evangelizadora junto do povo, e logo fui chamado a fazer parte da equipa orientadora do Seminário de Faro.
Durante seis anos dirigi algumas centenas de jovens seminaristas e leccionei várias disciplina, tendo exercido nos dois últimos anos, também, as funções de Vice-reitor dessa instituição, tão importante na vida da Diocese.
Finalmente, e em obediência ao meu bispo, que me nomeou pároco de Albufeira, só tive de fazer as malas e vir ao encontro desta cidade, então Vila, que já, em 1968, era falada e apreciada em todo o mundo. A célebre “ Vila branca em mar azul”.
Já a conhecia um pouco, porque a visitei várias vezes, ao prestar alguma colaboração a pedido do meu antecessor, Pe. Semedo, e particularmente pela minha participação no famoso Cortejo alegórico de 1965 e do Congresso sobre o Beato Vicente em 1967.
Ainda em criança, ouvia falar, na minha terra natal, das festas de Verão em Albufeira e do seu espectacular fogo de artifício. Até me recordo de em Quarteira ter visto com encanto e espanto, brilhar, à noite,o céu de Albufeira, nesses dias festivos.
Fui enviado para uma terra, linda e sedutora. Direi até “ um pouco vaidosa “dos seus adornos naturais. Mas com um povo de gente humilde, simples e trabalhadora. Maioritariamente devota da Senhora da Orada e dos seus santos protectores. Rica de tradições e devoções.
Emergindo do mar , como que aninhada entre dois belos símbolos, a torre da Igreja Matriz e a Torre do Relógio, era um encanto para quem dela se aproximava, vindo da estrada de Lisboa, depois de serpentear os montes que a escondiam aos olhos curiosos dos seus visitantes.
Era uma pequena vila, que já se ia renovando dia a dia, com a presença de gentes de outros países e com outros costumes.
As tradicionais fontes de riqueza iam dando lugar aos novos serviços ligados ao Turismo.
Havia barcos nas praias e pescadores a remendar as redes. E uma praça no coração da vila, lugar de encontro e convívio dos albufeirenses.
Lá no alto, a Norte, crescia o Cerro de Malpique. A nascente , o Bairro dos Pescadores, muito bem ordenado, com casas brancas e baixinhas, sossegado, quase tímido, olhando o mar pelo morro do Pau da Bandeira. E a sul, a célebre Praia do Peneco e a praia de Santa Ana ou dos pescadores. A poente as igrejas- monumento da mui nobre Vila de Albufeira, a quem o Rei Dom Manuel dotara de um novo foral em 1540. E na várzea da Orada o manto branco das amendoeiras em flor.
Logo no dia seguinte à tomada de posse da paróquia, tratei de ir conhecendo o povo que me fora confiado. As famílias que me foram acolhendo. E foram muitas… Guardo em mim a memória do seu afecto, da sua simpatia e da sua ajuda pessoal e pastoral.
Pouco a pouco fui conhecendo os vários povoados da paróquia, disseminados pelo campo e junto ao mar. Fui sentindo e vivendo os problemas deste povo. As dificuldades dos mais pobres que gostariam de dar aos filhos outros estudos para além da 4ª classe. E não tinham meios. Os pais que precisavam de ganhar o pão e não tinham creches nem infantários onde deixar os filhos em segurança. Os idosos que necessitavam de um maior apoio.
Após a descolonização quantos problemas tivemos de ajudar a resolver…Recordo que foi a Misericórdia e a Paróquia, quem de mãos dadas com o MFA , esteve sempre disponível para acolher e orientar os ditos “retornados” das ex-colónias, por vezes até altas horas da noite.
Ainda há cerca de 10 anos, foi também a paróquia a primeira a proporcionar aulas de português para os ucranianos e outros povos de Leste que vieram para aqui trabalhar. Numa sala da igreja matriz, duas professoras, prestaram esse serviço humanitário. E outros apoios de que necessitavam.
A presença entre nós de cristãos de outras confissões vindos sobretudo de Inglaterra também foram por nós acolhidos. E a paróquia cedeu-lhes gratuitamente uma igreja para o seu culto.
Este breve aflorar de alguns problemas humanos da nossa terra, e onde o pároco de Albufeira esteve sempre presente, com o apoio de alguns paroquianos, apenas pretende trazer à memória um pouco da nossa acção pastoral e humanitária, ao longo destes 42 anos, em prol das necessidades humanas da nossa gente.
Procurámos ser uma igreja que não se fechou na sacristia. E que deseja continuar a sua missão pastoral, oferecendo ao povo e às entidades públicas da nossa cidade, toda a nossa dedicação, empenho e colaboração.
Sempre a crescer, Albufeira expandiu-se e é hoje uma grande cidade. Com mais gente de todo o País. Mais povos de todo o mundo. Mais ovelhas para um só pastor.
As freguesias do concelho eram três. Passaram a ser cinco. Da paróquia de Albufeira nasceu uma nova paróquia com pároco próprio, Ferreiras. Olhos d Água também cresceu e muito. Montechoro estendeu-se até à Oura . A nova rodovia aproximou e uniu a zona oriental da cidade com a zona ocidental.
Foram entretanto criadas estruturas várias para responder às necessidades da nova realidade de Albufeira, nas acessibilidades, e sobretudo no campo educacional, desportivo e associativo.
Importa investir também na formação espiritual e religiosa das gentes que vivem nesta nova área da paróquia e procuram não só o seu apoio, mas também estruturas adequadas
A Câmara, a que V. Ex.cia mui dignamente preside, Sr. Presidente Desidério Silva, acaba de dar um forte contributo ao doar um terreno para o Centro Paroquial e a futura Igreja na Correeira , tal como já havia feito antes para a nova Igreja e Centro social, na freguesia de Olhos dÁgua.
Em nome da Comunidade paroquial a que presido, desejo agradecer a V. Excelência, Sr. Presidente e à Dig.ma Assembleia Municipal de Albufeira, a gentileza do vosso gesto que é já um forte e aliciante contributo da nossa Câmara.
Quero também aqui agradecer o empenho da Câmara , presidida pelo saudoso amigo Arsénio Catuna, que já no ano 2000 manifestara o desejo de tornar possível esta doação.
Perante a actual descristianização da Europa e de Portugal, terá sentido investir em edifícios religiosos e afins, quando parece ser mais importante, nos tempos que correm , atender sobretudo ao bem social e psico-somático das pessoas, dentro daquela máxima dos romanos” Anima sana in corpore sano” ?
Direi apenas , em jeito de breve reflexão filosófica, que uma alma sã ajuda muito o corpo a ser são. Mas um corpo são apenas fisicamente, pode não conter necessariamente uma alma sã. As duas realidades conjuntas serão o ideal. Por isso todo o investimento que atinja a pessoa na sua totalidade e individualidade, é não só útil, como necessário
Numa população maioritariamente católica, tem todo o sentido e mérito a doação que acaba de ser concretizada. É para já um grande primeiro passo. Indispensável. Agora importa passar à acção e construir os espaços físicos necessários para a catequese e demais acções de uma comunidade crente a crescer.
Albufeira, Montechoro e Olhos dÁgua pedem e agradecem a todos os amigos e entidades o seu apoio e colaboração.
Muito obrigado, Senhor Presidente,
Bem hajam!
Cónego José Rosa
BODAS DE OURO SACERDOTAIS
do Cónego José Rosa Simão
Protocolo de cedência do terreno para nova Igreja e Centro Social
(Câmara Municipal)
aaa
Comemoração das Bodas de Ouro Sacerdotais
do
Cónego José Rosa Simão
No próximo dia 27 de Outubro, a Paróquia de Albufeira, celebra jubilosamente as Bodas de Ouro Sacerdotais do seu Pároco, Cónego José Rosa Simão.
PROGRAMA
16h00 - Na Câmara Municipal de Albufeira será feita a doação de um terreno para a construção de um Centro Paroquial e da futura igreja de Montechoro;
18h00 - Celebração Eucarística na Igreja Matriz de Albufeira;
20h00 - Jantar no Hotel Auramar.
"Cantarei eternamente as Misericórdias do Senhor"
Breve "Curriculum vitae" do Cónego José Rosa Simão:
Nasceu em Quarteira no dia 8 de Setembro de 1936
Entrou no Seminário de Faro, no 1º ano, no dia 7 de Outubro de 1948. Em Lisboa estudou Filosofia e Teologia
Foi ordenado Diácono no Paço Patriarcal de Lisboa no dia 22 de Maio de 1960
Recebeu a Ordenação Sacerdotal na Sé de Faro no dia 14 de Agosto de 1960
Foi coadjutor do pároco de Lagos de 1960 a 1962
Em Outubro de 1962 entrou na equipa sacerdotal dirigente do Seminário de Faro e aí foi professor até 1968
De 1966 a 1968 foi também Vice-Reitor do Seminário de Faro
No dia 27 de Outubro de 1968 tomou posse da Paróquia de Albufeira, na qualidade de pároco
Em 2 de Fevereiro de 1996 foi nomeado Cónego da Sé de Faro, cargo de que tomou posse em 25 de Março do mesmo ano
Em Faro, foi Assistente diocesano da LICF (Liga Independente Católica Feminina) da Acção Católica Portuguesa
Em Albufeira, foi também durante vários anos, Vigério da Vara da Vigararia de Albufeira e membro da Equipa Diocesana da Pastoral do Turismo
. A visitar
. MISSAS
. Centro Diocesano de Acólitos do Algarve
. Serviço Nacional de Acólitos
. Secretariado Nacional Liturgia
. Grupo de Jovens da Paróquia de Albufeira