Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Para melhor servir os fiéis

MAIS MISSAS

NO TEMPO DE VERÃO

A exemplo dos anos anteriores, aumenta a partir do primeiro domingo de Julho o número das celebrações eucarísticas dominicais - o que representa para os acólitos um esforço suplementar que a todos é pedido. Antes do mais, por amor a Jesus, o nosso eterno Mestre, a quem servimos no altar com profunda devoção e inabalável fé. Mas também por especial atenção aos fiéis da nossa comunidade e, de modo muito particular, aos irmãos vindos das mais diversas partes do mundo e que connosco partilham não só as suas férias mas sobretudo o amor de Deus.

Na Igreja Matriz, para além das habituais missas das 18H00 de sábado (vespertina) e 09H30 e 11H00 (missa paroquial) de domingo, passam a celebrar-se mais as seguintes eucaristias:

- sábado às 22H00;

- domingo às 19H00.

A missa da Sagrada Família (até aqui às 17H00) é substituída pela missa campal da Quinta da Balaia, às 11H30, enquanto a missa dos Olhos d'Água se mantém às 17 horas, mas celebrada todos os domingos.

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Domingo, 22 de Junho de 2008

Depois de rastaurada

INAUGURAÇÃO DA

IGREJA DE SANT'ANA

 

Concluídas as obras de restauro, a Igreja de Santa Ana é inaugurada na próxima terça-feira, 24 de Junho, às 21H30, com uma solene concelebração a que presidirá o Bispo do Algarve.

-

Os Acólitos devem estar presentes às 21 horas.

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Sábado, 21 de Junho de 2008

Experiência missionária de Jovem albufeirense

 

A seguir se transcreve o último capítulo da obra em epígrafe, da autoria do Jovem nosso conterrâneo Nelson Viana, que se prepara para ser Missionário (Grupo de Jovens Fé e Missão / zona Sul), com várias experiências de missão no estrangeiro, nomeadamente em Itália (Roma e Sicília) e França. Trata-se de um testemunho vivo que muito pode servir aos que servem o Altar: os Acólitos.

 

Espero que o meu testemunho vos possa tocar o coração e inspirar-vos a procurar em primeiro lugar as coisas do Alto, isto é, o Reino dos Céus através da oração e da caridade, e depois "tudo o resto vos será dado por acréscimo"(82). Lembrai-vos do exemplo de Cornélio que foi o primeiro pagão a receber o baptismo, pois "era piedoso e temente a Deus, como aliás toda a sua casa, e dava largas esmolas ao povo e orava continuamente a Deus"(83).

Rezai muito a Nossa Senhora. Deixai que seja Ela a estrela que vos guiará ao encontro do Salvador. Na oração peçai o Espírito Santo, para que ele crie em vós maiores condições de pobreza e de abertura ao Amor de Deus. Procurai também ser humildes, para que o vosso coração esteja pronto para receber o Senhor. Lembrai-vos que a humildade é a rainha de todas as virtudes, pois é através dela que iremos conquistar todas as outras. Recordai-vos do exemplo de Maria. Só permanecendo humildes e sendo "puros de coração"(84) é que Cristo e o Pai farão em nós a Sua morada(85).

Tende na vida dos Santos um exemplo a seguir, pois são eles quem nos dão a conhecer as várias facetas da vida de Cristo. Todos eles, em conjunto, levam-nos a contemplar tudo aquilo que Cristo foi e viveu. Na verdade, sem os Santos, nunca poderemos chegar a conhecer verdadeiramente Cristo, pois são eles que deram e continuam a dar continuidade à obra realizada pelo Mestre. E, claro, Maria será sempre o exemplo mais perfeito.

Aceitai com fé o sofrimento, pois dele ninguém está livre. Se o fizerdes, recebereis "graças sobre graças"(86), pois "Deus não abandona o homem íntegro"(87). Recordai-vos de Job que tanto sofreu, mas que nunca virou as costas ao seu Deus. Deixai de procurar a felicidade vivendo ao sabor das vossas paixões. Procurai, sim, viver ao sabor da Paixão de Cristo. Só Ele nos levará ao Pai, só Ele nos levará à eternidade, pois Ele é "o Caminho a Verdade e a Vida"(88). Ser de Cristo pressupõe renúncia, mas não vos inquietais, pois "o seu jugo é suave e o seu fardo é leve"(89). Ele realmente aceitou ser coroado Reis com uma coroa de espinhos para nos transmitir a mensagem de que, para entrar no seu Reino, também nós temos de aceitar os nossos próprios espinhos.

Mais uma vez alerto-vos para a virtude da caridade. Nela se resume toda a vivência cristã. Se a humildade é a mãe de todas as virtudes, a caridade é a sua filha mais perfeita. No exemplo de Cornélio, associamos a caridade a dar esmolas, no entanto, a caridade tem um sentido ainda mais profundo, pois "a caridade é paciente, a caridade é prestável, não é invejosa, não é arrogante nem orgulhosa, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade jamais passará"(90).

Recordo que Jesus pede-nos para amar de uma forma totalmente nova, isto é, pede-nos para amar não só quem nos ama, mas também os nossos inimigos(91). É essa uma das grandes novidades do cristianismo: amar quem nos faz mal. E será isso possível? Jesus responde que sim e ensina-nos a fazê-lo através do seu exemplo, quando, já na cruz, diz: "Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem"(92). E Ele referia-se àqueles que O matavam! Existirá maior prova de amor do que pedir perdão por aqueles que nos maltratam?

Deus ama-nos com infinita misericórdia e está sempre de braços abertos para nos acolher no Seu seio. Jesus, Seu Filho e Salvador de todos nós, ensina-nos a procurá-Lo de coração simples, sem pretensão alguma nessa busca, a não ser o desejo de ser tocados pela Sua mão que chama, que cura, que salva.

Deixemo-nos tocar por Deus, através do Seu Filho que é "manso e humilde de coração"(93), e também porque "ninguém pode ir até ao Pai senão por Ele"(94). Sigamos o caminho recto da Verdade e do Amor que nos leva a alcançar a Vida em toda a sua plenitude.

Por último, deixo-vos este apelo do nosso queridíssimo Papa João Paulo II:

"Não tenhais medo! Abri, sim, escancarai as portas a Cristo!"

82 Lc 12,31                                                      

83 Act 10,2                                                        

84 Mt 5,8                                                          

85 Jo 14,23                                                     

86 Jo 1,16                                                         

87 Job 8,20                                                                                                             

88 Jo 14,6

89 Mt 11,30

90 1Cor 13,4-8

91 Lc 6,27-28

92 Lc 23,24

93 Mt 11,29

94 Jo 14,6

 


"Estive às portas do inferno, mas agora estou às portas do Céu"

                                                                                              Nelson Viana


 

publicado por acolitosalbufeira às 22:11
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Figura central da Igreja primitiva

SÃO PAULO

RECORDADO NOS 2000 ANOS DO SEU NASCIMENTO

 

O Santo Padre decretou a celebração de um "especial ano jubilar" dedicado ao Apóstolo S. Paulo, por ocasião dos 2000 anos do seu nascimento.

O Ano Paulino terá início no próximo dia 29 de Junho, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, prolongando-se até 29 de Junho de 2009.

O nascimento de Paulo, que passou de "violento perseguidor dos cristãos" a Apóstolo de Jesus e por ele "sofreu e morreu", segundo as palavras de Bento XVI,  é colocado pelos historiadores entre os anos 7 e 10 depois de Cristo.

O Ano Paulino será assinalado em todo o mundo católico por eventos litúrgicos, culturais e ecuménicos, pastorais e sociais, todos respeitantes à espiritualidade paulina.

 

 Paulo de Tarso

Paulo foi uma das figuras que marcou, de forma decisiva, a história do Cristianismo, o Apóstolo que anunciou o Evangelho em todo o mundo antigo, sem nunca vacilar perante as dificuldades, os perigos, a tortura, a prisão ou a morte.

Nasceu na cidade de Tarso, na Silícia, numa família judaica na diáspora, mas com cidadania romana. Paulo não foi primariamente um escritor, mas um rabino convertido na célebre “Visão de Damasco” (Act 9,1-19; Act 22,4-21; Act 26,9-18) que percorreu muitos milhares de quilómetros, anunciando de cidade em cidade o “Evangelho” da morte e ressurreição de Jesus. Morreu em Roma, no ano 67.

O nome de Paulo aparece como autor de 13 Cartas do Novo Testamento, escritas a diferentes comunidades, ao longo de uns cinquenta anos: Romanos, Gálatas, 1 Tessalonicenses, 1 e 2 Coríntios, Filipenses e Filémon; 1 e 2 Timóteo, Tito, Efésios, Colossenses,  2 Tessalonicenses.

Teologicamente falando, Paulo assimilou o sistema teológico dos cristãos de origem helenista, que antes perseguia, e começou a pregação contra o sistema judaico, que antes seguia com rigor de fariseu. Os próprios judeo-cristãos de Jerusalém foram certamente poupados na sua “perseguição” ao Cristianismo nascente, porque salvavam a relação umbilical entre Cristo e Moisés e não pareciam a Paulo mais do que um “desvio” farisaico.

Esta inculturação do Evangelho na cultura helenista – tipicamente citadina – levou Paulo, homem da cidade, a utilizar uma linguagem mais teológica e abstracta, própria do ambiente evoluído em que pregou o Evangelho, em contraposição com a linguagem campestre utilizada por Jesus no ambiente agrícola e pastoril da Palestina. 

 

Ano Paulino, uma proposta pastoral

Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa

(clica aqui)


 

Fonte - Agência Ecclesia

 

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Domingo, 1 de Junho de 2008

Junho

MÊS DO

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

 

Como bem lembrou o Sr. Prior na homilia da missa paroquial deste domingo, o mês de Junho é, tradicionalmente, dedicado pelo povo cristão a conhecer, honrar e desagravar o Sagrado Coração de Jesus.

 

O culto ao Coração de Jesus deve florescer cada vez mais e ser considerado por todos os cristãos como forma nobre e digna daquela autêntica piedade que nos é pedida para com Jesus Cristo.

O culto ao Coração de Jesus, cujo dom principal é precisamente a Eucaristia, deve ser mais íntimamente vivido através de uma participação mais intensa no sacramento do altar. Se é importante para todo o povo de Deus ter presente esta participação mais intensa, para nós Acólitos ela é a todos os títulos imprescindível e tem de ser vivida com profunda espiritualidade.

No Sacrifício Eucarístico imola-Se e é recebido o nosso Salvador, sempre vivo a interceder por nós, de cujo Coração, aberto pela lança do soldado, derramou sangue e água sobre o género humano.

O Coração de Jesus, manso e humilde, é a imagem viva do amor do Pai. Ele próprio nos convida a aprendermos d'Ele, a recorrermos sempre ao Pai quando andamos afadigados, tristes ou sobrecarregados.

Fonte - Rosário e Vida Cristã

publicado por acolitosalbufeira às 15:59
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